quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

AS FERIDAS OCULTAS (*)

As armas que o ferem podem ser tão banais quanto um beijo; são as palavras, os olhares, a linguagem corporal. Palavras, olhares, atitudes – são estas terríveis armas que provocam feridas ocultas nos corações humanos. A pergunta é a seguinte: o que nós fazemos com essas feridas? Como lidamos com elas? Em primeiro lugar, não as alimente. Há muitas pessoas que gostam de alimentar suas feridas ocultas. Caso sua ferida seja algo que não possa compartilhar com os demais sem criticar alguém ou arrasá-lo de vez, então o remédio é sofrer em silêncio. Se for este o caso, confie em Deus. Deixe-o curar suas feridas ocultas. Concentre-se naquela pequena esquina de seu coração, lá onde você escondeu seu Grande Sonho, que agora está ocultado por um mar de ressentimentos e mágoas. O único meio de ser alguém, renascido, ressurgido, renovado, é voltar-se para o seu ideal, o seu sonho. (*) EUGENIO SANTANA É ESCRITOR,jornalista, ensaísta, blogueiro, biógrafo, revisor de textos e relações públicas. Nove livros publicados. Membro efetivo da ALNM - Academia de Letras do Noroeste de Minas, ocupante da cadeira número 2 (dois). Colaborador da ADESG/DF e do Greenpeace/SP.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

ENSINAMENTOS DO MESTRE DOS MESTRES: JESUS - O CRISTO CÓSMICO (*)

Não julgueis para não serdes julgados. Pois com o julgamento com que julgais sereis julgados, e com a medida com que medis sereis medidos. Caso teu irmão peque contra ti sete vezes por dia e sete vezes retorne, dizendo ‘Estou arrependido’, tu o perdoarás. Por que reparas no cisco que está no olho do teu irmão, quando não percebes a trave que está no teu? Àquele a quem muito se deu, muito será pedido, e a quem muito se houver confiado, mais será reclamado. Amai vossos inimigos, fazei o bem e emprestai sem esperar coisa alguma em troca. Será grande a vossa recompensa, e sereis filhos do Altíssimo. A quem te ferir numa face, oferece a outra; a quem te arrebatar o manto, não recuses a túnica. Bendizei os que vos amaldiçoam, orai por aqueles que vos difamam. Aquele que se exaltar será humilhado, e aquele que se humilhar será exaltado. Tudo aquilo que quereis que os homens vos façam, fazei-o vós a eles. Àquele que quer pleitear contigo, para tomar-te a túnica, deixa-lhe também o manto; e se alguém te obriga a andar uma milha, caminha com ele duas. Dá ao que te pede e não voltes as costas ao que te pede emprestado. Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida por seus amigos. É de dentro do coração dos homens que saem as intenções malignas. A boca fala daquilo de que o coração está cheio. O homem bom, do seu bom tesouro tira coisas boas, mas o homem mau, do seu mau tesouro tira coisas más. Este é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Cuidado para que vossos corações não fiquem pesados pela devassidão, pela embriaguez, pelas preocupações da vida. Tudo é possível àquele que crê. Todos os que pegam a espada pela espada perecerão. Não vos preocupeis com o dia de amanhã, pois o dia de amanhã se preocupará consigo mesmo. A cada dia basta o seu mal. Não temais os que matam o corpo, mas não podem matar a alma. Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e arruinar sua própria vida? Se um cego conduz outro cego, ambos acabarão caindo num buraco. Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, pois eu o sou. Se, portanto, eu, o Mestre e o Senhor, vos lavei os pés, também deveis lavar os pés uns aos outros. Dei-vos o exemplo para que, como eu vos fiz, também vós o façais. Sabeis que os governadores das nações dominam e os grandes as tiranizam. Entre vós não deverá ser assim. Ao contrário, aquele que quiser tornar-se grande entre vós seja aquele que serve. Felizes os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus. Amai vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem, pois Deus faz nascer o seu sol igualmente sobre maus e bons e cair a chuva sobre justos e injustos. Não jureis em hipótese alguma. Seja o vosso ‘sim’, e o vosso ‘não’, não. Quem faz o mal odeia a luz e não vem para a luz, para que suas obras não sejam demonstradas como culpáveis. Mas quem pratica a verdade vem para a luz, para que se manifeste que suas obras são feitas em Deus. É pelo fruto que se conhece a árvore. Deixai as crianças e não as impeçais de vir a mim, pois delas é o Reino dos Céus. Ao homem pode ser impossível, mas a Deus tudo é possível. Os últimos serão primeiros, e os primeiros serão últimos. Não ajunteis para vós tesouros na terra, onde a traça e o caruncho os corroem e onde os ladrões arrombam e roubam, mas ajuntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça, nem o caruncho corroem e onde os ladrões não arrombam nem roubam; pois onde está vosso tesouro aí estará também vosso coração. Precavei-vos cuidadosamente de qualquer cupidez, pois, mesmo na abundância, a vida do homem não é assegurada por seus bens. Trabalhai, não pelo alimento que se perde, mas pelo alimento que permanece até a vida eterna. Não vos preocupeis com a vossa vida quanto ao que haveis de comer; nem com o vosso corpo quanto ao que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o alimento e o corpo mais do que a roupa? Olhai as aves do céu: não semeiam, nem colhem, nem ajuntam em celeiros. E, no entanto, vosso Pai celeste as alimenta. Ora, não valeis vós mais do que elas? (*) Copydesk/tradución/fragment by Eugenio Santana, FRC. Fonte: BÍBLIA DE JERUSALÉM – A BASE DA DOUTRINA CRISTÃ.

O QUE É UM LIVRO DE AUTOAJUDA? (*)

Identifico como autoajuda qualquer livro que o seu leitor reconheça, ao final da leitura, um ganho pessoal. Pode ser um conhecimento ou informação que considere útil e estratégico para sua vida, para entender mais sobre si mesmo, ampliar o senso crítico, lidar com os outros e com Deus, ampliar suas habilidades e competências, concorrer a uma vaga de emprego, participar de um processo seletivo e, por fim, buscar prazer, alegria, diversão, entretenimento. Muitos livros que assumem a chancela de autoajuda são o que passei a chamar de Literatura de Acesso, pois dão ao iniciante naquele tema algo mais plausível para que ele possa se interessar e ao mesmo tempo compreender o assunto, passo essencial para criar um interesse verdadeiro em continuar sua pesquisa. Acredito que o termo autoajuda englobe todos os livros, porque Cultura ajuda, não importa o tipo de conteúdo. No entanto, vivemos repetindo o mantra de que livros de autoajuda são aqueles escritos por pessoas que são “fraudes”, porque não fazem o que escrevem, não são capazes de usar seus próprios conhecimentos. Esquecemos que existem picaretas em todas as profissões do mundo, sejam em livros de uso prático ou intelectual. Cópias baratas de qualquer livro, assunto e autor existem em todos os gêneros, e simples repetidores do conhecimento dos outros existem tanto no ambiente acadêmico quanto nas mais diversas áreas profissionais. Difícil mesmo é enxergar alguma originalidade. (*) EUGENIO SANTANA é escritor, jornalista e ensaísta. Autor de nove livros publicados. Contratado pela MADRAS Editora. Membro efetivo da Academia de Letras do Noroeste de Minas (ALNM) e membro Acadêmico Benemérito “Ad Honorem”, do Centro Cultural, Literário e Artístico de Portugal.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

MADALENA PENITENTE (*)

A mulher cujas feições estão reduzidas a uma sóbria essencialidade, é representada enquanto medita sobre a transitoriedade da vida terrena, escolhendo a vida da fé. O raio de luz que a atinge em pleno rosto pousa delicadamente sobre a sua longa e farta cabeleira – um dos sinais identificativos da personagem – com a qual, daí a pouco, Madalena enxugará os pés de JESUS depois de os haver banhado com as suas próprias lágrimas, pedindo perdão pelos pecados cometidos. A luz da chama da vela difunde-se pelo espaço despido do quarto, definindo os volumes na sua sintética consistência e criando uma atmosfera que, reunindo luzes e sombras, suspende a imagem num infinito silêncio feito de íntimo misticismo e serena melancolia. Na sua obra, La Tour exprime a “noite”, o silêncio imóvel, o vazio da alma humana, que, como os escritores místicos da época defendiam, só pode corrigir-se através da luz e da fé. (*) EUGENIO SANTANA é escritor, jornalista e ensaísta. Autor de nove livros publicados. Contratado pela MADRAS Editora. Membro efetivo da Academia de Letras do Noroeste de Minas (ALNM) e membro Acadêmico Benemérito “Ad Honorem”, do Centro Cultural, Literário e Artístico de Portugal.

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

SE TODOS FOSSEM IGUAIS A VIDA SERIA BASTANTE MONÓTONA (*)

Uma das melhores coisas da vida é o fato de todos sermos diferentes. Contudo, paradoxalmente, um dos maiores desafios que enfrentamos em nossos relacionamentos é justamente o fato de diferirmos uns dos outros. Podemos perceber o mundo de várias maneiras. Um grande obstáculo com o qual certamente deparamos quando tentamos construir relações é o desejo, ou a expectativa, de que o outro pense do mesmo modo como nós, o que criaria maior afinidade entre as partes. Em geral nos sentimos mais confortáveis quando percebemos que o outro “entende” o modo como pensamos e compreende nosso ponto de vista. Todavia, se todos fossem iguais a vida do ser humano seria bastante monótona. E embora isso pudesse, a princípio, facilitar as coisas, a novidade dessa “igualdade” logo se dissiparia. Portanto, a despeito de ostentarmos personalidades distintas, o primeiro passo para construirmos relacionamentos é aceitarmos o fato de que todos nós somos realmente diferentes uns dos outros. Cada pessoa conta com seu próprio conjunto de pontos positivos e negativos. Neste sentido, será bem melhor e mais produtivo investir tempo e esforços no aprimoramento das próprias limitações, que desperdiçá-lo criticando características alheias. Também é fundamental nos concentrarmos nos pontos positivos das pessoas, e aceitarmos o fato de que para cada um deles sempre haverá um contraponto negativo. Focalizar as qualidades do ser humano, celebrá-las e inclusive alimentá-las, são maneiras de reforçar futuros comportamentos positivos. Muitos relacionamentos acabam pelo simples fato de as pessoas investirem tempo demais corroendo a autoestima alheia por meio de críticas negativas, e tentando fazer com que o outro se transforme em algo que não é. Também é crucial reconhecermos que, às vezes, o que não gostamos ou aceitamos no outro é justamente algo que não apreciamos em nós mesmos! (*) EUGENIO SANTANA é escritor, jornalista e ensaísta. Autor de nove livros publicados. Contratado pela MADRAS Editora. Membro efetivo da Academia de Letras do Noroeste de Minas (ALNM) e membro Acadêmico Benemérito “Ad Honorem”, do Centro Cultural, Literário e Artístico de Portugal.

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

O QUE SIGNIFICA A VISUALIZAÇÃO DO NÚMERO 11:11? (*)

Certamente já lhe aconteceu olhar para o relógio e reparar que marca 11:11. E, se da primeira vez não notar nada de estranho, se no dia seguinte ou passado pouco tempo voltar a ver o mesmo número (no relógio, numa matrícula, escrito numa parede etc...) provavelmente vai despertar a sua atenção. Na verdade, ver seqüências repetidas de números, como 11:11, 22:22, 21:21, etc... é um sinal, acredita-se, de que os seus Anjos protetores querem comunicar consigo. Aprenda a identificar estes sinais! Segundo a Numerologia, os números 11 e 22 são números-mestres, que representam a perfeição e a evolução espiritual. Assim, quando vemos estes números repetidos, mais do que uma vez no espaço de poucos dias, estamos a receber uma mensagem dos seres de Luz que nos rodeiam e protegem. Eles criam impacto na nossa mente inconsciente, ressonando dentro de nós e ativando campos que estavam adormecidos. A repetição não tem de ser sempre com os mesmos números, pode ver o 11:11 numa dia, e depois ver o 22:22, depois ver o 4:44... o que importa é que haja uma repetição fora do normal, que chame a sua atenção para algo "diferente". Quando vemos o número 11:11, estamos a receber a mensagem de que estamos alinhados com o nosso caminho e com o nosso propósito. Reparar no relógio ou em qualquer outro local onde este número (11:11) apareça, de forma repetida, significa que "estamos no bom caminho" da nossa vida. Esta seqüência numérica simboliza a fusão do mundo físico com o mundo espiritual, simbolizando uma perfeita conexão entre a nossa vida terrena e a nossa dimensão espiritual. Por haver, hoje em dia, uma consciência espiritual generalizada muito maior, ou seja, as pessoas estão muito mais despertas e atentas à sua própria espiritualidade, até se fala do chamado "fenômeno 11:11" - ver a repetição deste número. Também há pessoas que acordam todas as noites à mesma hora, com números repetidos (por exemplo, 04:04). Quando estamos a atravessar uma fase de mudança interior profunda (mesmo que não tenhamos consciência dela), é freqüente vermos estas seqüências numéricas - elas são uma espécie de lembrete que surge para nos trazer maior confiança e assegurar que estamos a fazer bem. Ao vermos este número, devemos fazer uma pausa e sentir, simplesmente, a energia que nos rodeia, pois é-nos dada uma oportunidade para expandir a nossa consciência. Pode, também, aproveitar esse momento para pedir ajuda aos seus Anjos em algo que é importante para si e que está a tentar alcançar - é como se um portal mágico estivesse aberto nesse momento, aproveite essa energia para pedir os seus desejos. O número 11:11 ativa memórias escondidas na nossa mente e permite-nos ver as situações sob uma nova perspectiva, como se a sua mente tivesse ganho outras capacidades. Poderá ter visões, sensações, pressentimentos, ou nenhuma delas, o que importa é que tome consciência que a esfera espiritual está em conexão consigo. Por outro lado, este número também nos convida a encarar a realidade como ela é, afastando os véus da ilusão que mascaram a verdade. (*) EUGENIO SANTANA é escritor, jornalista e ensaísta. Autor de nove livros publicados. Contratado pela MADRAS Editora. Membro efetivo da Academia de Letras do Noroeste de Minas (ALNM) e membro Acadêmico Benemérito “Ad Honorem”, do Centro Cultural, Literário e Artístico de Portugal. Email: autoreugeniosantana9@gmail.com e WhatsApp (96) 98108-8298

QUEM SOU EU? (*)

Ao buscar responder à pergunta à qual deveria nos remeter àquilo que somos essencialmente, isto é, ao que é permanente – a maioria responde sobre o seu estado atual, o que faz, o que gosta, o que tem, tudo o que é impermanente, menos aquilo que a pessoa é em sua essência. A impermanência significa aquilo que é imutável, transitório. Então, quando alguém, ao responder a pergunta “quem sou eu?”, diz que é uma pessoa que gosta muito disso ou daquilo, que é mãe ou pai, que é solteiro ou casado, que faz isto ou aquilo, que tem este ou aquele defeito, não está, realmente, respondendo ao questionamento sobre quem ela é. Todas as respostas dadas anteriormente são impermanentes, isto é, elas remontam às questões transitórias, passageiras e mutáveis da pessoa. Tudo que nós temos, fazemos, gostamos, estamos, muda com o tempo. O que eu tenho hoje, amanhã posso não ter; o que eu gosto hoje, eu não gostava há algum tempo. A questão: quem sou eu? Nos remete àquilo que é permanente em nós, o nosso SER. (*) EUGENIO SANTANA é escritor, jornalista e ensaísta. Autor de nove livros publicados. Contratado pela MADRAS Editora. Membro efetivo da Academia de Letras do Noroeste de Minas (ALNM) e membro Acadêmico Benemérito “Ad Honorem”, do Centro Cultural, Literário e Artístico de Portugal. Email: autoreugeniosantana9@gmail.com e WhatsApp (96) 98108-8298

FRAGMENTOS DE "RASPUTIN": GRIGORI YEFIMOVICH NOVYKHN (*)

A trajetória de Grigori Yefimovich Novykhn tem início na década de 1860. Mas há muitas incertezas em relação ao seu nascimento. Especula-se que tenha sido em 23 de janeiro de 1864, na pequena aldeia de Pokrovskoe, Sibéria. Pobre e parcialmente alfabetizado, o jovem Grigori atravessou sua infância e adolescência na região natal. Provavelmente, ajudando ao pai camponês nas tarefas diárias, e divertindo-se com mulheres, vodka e envolvendo-se em brigas com vizinhos. Por este motivo, logo ganhou o apelido de Rasputinik (Rasputin - equivalente à Pervertido). Conta-se que, em sua juventude, já dava alguns sinais de possuir uma percepção especial, ou capacidade de predizer fatos futuros. Certa vez, um político chamado Stolypin passava de carruagem por uma estrada. O jovem Rasputin, que passava ao lado, acenou e gritou ao viajante: "A morte é para você. A morte está se aproximando!". Incrivelmente, no dia seguinte, o político foi ferido por balas e morreu dias depois. Aos dezoito anos, Grigori Rasputin teve um encontro com o bispo de Barnaull. Em seguida, inesperadamente, passou a interessar-se por religião e decidiu viajar ao mosteiro de Verkhoture. Foi nesta viagem que entrou em contato com uma seita conhecida como Khlysty (Flagelantes), a qual pregava que o ato sexual era uma forma de obter a salvação espiritual. Sua passagem no mosteiro não foi longa, mas o fez entrar em contato com os preceitos e a disciplina religiosa. Pouco tempo depois retorna à terra natal e casa-se com uma jovem chamada Praskovia Fyodorovna. Este matrimônio rendeu três filhos ao casal: Dimitri, Maria e Varvara, nascidos em 1897, 1898 e 1900, respectivamente (outras fontes especulam quatro filhos do casal). Porém, o casamento foi breve e Rasputin abandonou o lar. Quando conheceu um místico conhecido por Makaria, decidiu vagar pelo mundo. Em suas andanças, visitava preferencialmente, locais de peregrinação religiosa, como o Monte Athos, Grécia e Jerusalém. Paralelamente, ao longo de suas caminhadas, espalhavam-se as lendas de que aquele jovem possuía poderes especiais e era capaz de curar enfermos e prever o futuro. Mesmo que, em sua passagem pelo mosteiro de Verkhoture, não tenha recebido nenhum tipo de treinamento espiritual e tampouco tenha sido ordenado monge, muitas pessoas, desconhecendo seu passado conturbado, passaram a considerá-lo um sábio religioso. Os habitantes das regiões por onde Rasputin passava, o procuravam em busca de suas bênçãos; em troca, ofereciam-lhe comida, roupas e dinheiro. Em pouco tempo, ganhou a condição de "homem santo" e sua fama disseminou-se nas aldeias da Europa Central. Rasputin contava que, um dia, arando as terras, recebeu uma revelação divina. Surgiu-lhe um anjo que entoou um canto místico e lhe atribuiu a missão espiritual de ajudar os necessitados. De volta à terra natal, Rasputin é recebido pelo bispo Theophan e ganha notoriedade entre os religiosos da região; mas sua presença também gera desconforto em alguns. O Monge Iliodor era um de seus opositores. Conta-se que este monge, certa vez, enviou à casa de Rasputin, uma mulher para seduzi-lo e depois esfaqueá-lo. Rasputin foi esfaqueado mas sobreviveu. O homem chamado Grigori Yefimovich Novykhn, que assumiu, de forma irônica e desafiadora, o apelido pejorativo que lhe foi dado; foi um camponês que, sem cultura, poder político ou financeiro, alcançou um dos mais altos postos do governo russo. Não é possível afirmar que realmente possuía "dons especiais" ou era apenas um hábil hipnotizador. Desde a data exata de seu nascimento, seu nível de instrução, ascensão e queda política, e até sua morte, são alvos de especulações. Mesmo se fosse um místico, ou um ser espiritualmente elevado, não deixou um tratado ou um livro referencial. Algumas fontes cogitam que Rasputin possuía um comportamento rude e pernicioso; mas era extremamente hábil em suas palavras e argumentos, fato que certamente foi um dos principais trunfos de sua vida. (*) EUGENIO SANTANA é escritor, jornalista e ensaísta. Autor de nove livros publicados. Contratado pela MADRAS Editora. Membro efetivo da Academia de Letras do Noroeste de Minas (ALNM) e membro Acadêmico Benemérito “Ad Honorem”, do Centro Cultural, Literário e Artístico de Portugal. Email: autoreugeniosantana9@gmail.com e WhatsApp (96) 98108-8298

terça-feira, 28 de novembro de 2017

UM GRANDE CORAÇÃO UNIVERSAL (*)

Pai, eu vi um pássaro voando e me lembrei de você. E o meu coração se encheu de saudade... Dos seus braços fortes me segurando no colo. Dos seus conselhos severos e de suas esperanças em meu futuro. Do quanto você teve paciência e tolerância comigo. Sabe, quando somos jovens, não sabemos o que um pai sente. Não valorizamos quem segura nossa barra e nos sustenta. Com o tempo, também nos tornamos pais, e aí compreendemos. A experiência transforma o olhar e faz ver além... Então, lembramos de que um dia fomos filhos. E a saudade vem de cheio, junto com o agradecimento. Pai, ontem eu não sabia; hoje eu sei, com todo meu Ser. Com a chegada do meu filho Enzo Gabriel, o vento do amor arejou meu coração. Assim como arejou seu coração, quando você me recebeu como seu filho. Fico pensando nas coisas que não são ditas entre pais e filhos. Coisas que o tempo leva na memória do vento... Coisas que não têm preço. Lembranças que viajam pela Asa do coração... Com o passar dos anos, sinto o que antes não sentia. Amando meu filho, penso no seu amor por mim. E se isso é assim, aqui no Planeta-escola, imagino um Amor Maior, em tudo. Um Grande Coração Universal, onde pais e filhos viajam nos sentimentos reais. Fico imaginando o Poder Maior que nos colocou aqui, como pais e filhos. E elevo meus pensamentos a Ele, Pai de todos nós, agradecendo o presente. Sim, agradeço o presente de hoje ser pai, e de um dia ter sido seu filho. Pai, o Pássaro do Amor passou voando pelas fibras do meu coração. E ele me disse: "O Grande Espírito lhe ordenou escrever algo para os pais e filhos". Não questionei, apenas escrevi o que senti, consciente da missão. Pois sei que há um Poder Maior capaz de interligar invisivelmente as consciências. Como sei, também, que algumas palavras podem chegar no momento certo para alguém.Talvez, a corações feridos, que reconsiderem sentimentos e reúnam novamente pais e filhos.Ou, simplesmente, por entre os planos da vida, pais e filhos se toquem no infinito.Por obra e graça de um Poder Maior, isso é possível. Como é possível refletir... Sim, refletir, para recomeçar. Talvez para melhorar pais e filhos, pela vastidão do Universo criado por Deus – Todo-Poderoso: Onisciente, Onipresente e Onipotente. Então, que esses escritos viajem nas Asas do Vento, cumprindo sua função e unindo corações. Que o Pássaro do amor leve essas palavras a quem de direito, como deve ser... (*) EUGENIO SANTANA é escritor, jornalista e ensaísta. Autor de nove livros publicados. Contratado pela MADRAS Editora. Membro efetivo da Academia de Letras do Noroeste de Minas (ALNM) e membro Acadêmico Benemérito “Ad Honorem”, do Centro Cultural, Literário e Artístico de Portugal. Email: autoreugeniosantana9@gmail.com e WhatsApp (96) 98108-8298

RESUMO DA ÓPERA (*)

Não paute sua vida, nem sua carreira, pelo dinheiro. Ame seu ofício com todo coração. Persiga fazer o melhor. Seja fascinado pelo realizar, que o dinheiro virá como consequência. Quem pensa só em dinheiro não consegue sequer ser nem um grande bandido, nem um grande canalha. Napoleão não invadiu a Europa por dinheiro. Hitler não matou 6 milhões de judeus por dinheiro. Michelangelo não passou 16 anos pintando a Capela Sistina por dinheiro. E, geralmente, os que só pensam nele não o ganham. Porque são incapazes de sonhar. E tudo que fica pronto na vida foi construído antes, na alma. lembro-me uma passagem extraordinária, que descreve o diálogo entre uma freira americana cuidando de leprosos no Pacífico e um milionário texano. O milionário, vendo-a tratar daqueles leprosos, disse: "Freira, eu não faria isso por dinheiro nenhum no mundo. E ela responde: Eu também não, meu filho". pense no seu País. Porque, principalmente hoje, pensar em todos é a melhor maneira de pensar em si. Afinal é difícil viver numa nação onde a maioria morre de fome e a minoria morre de medo. O caos político gera uma queda de padrão de vida generalizada. Os pobres vivem, como bichos, e uma elite brega, sem cultura e sem refinamento, não chega a viver como homens. Meu terceiro conselho vem diretamente da Bíblia: seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito. É exatamente isso que está escrito na carta de Laudiceia: seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito. É preferível o erro à omissão. O fracasso, ao tédio. O escândalo, ao vazio. Porque já vi grandes livros e filmes sobre a tristeza, a tragédia, o fracasso. Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso. Colabore com seu biógrafo. Faça, erre, tente, falhe, lute. Mas, por favor, não jogue fora, se acomodando, a extraordinária oportunidade de ter vivido. Tendo consciência de que, cada homem foi feito, para fazer história. Que todo homem é um milagre e traz em si uma revolução. Que é mais do que sexo ou dinheiro. Você foi criado, para construir pirâmides e versos, descobrir continentes e mundos, e caminhar sempre, com um saco de interrogações na mão e uma caixa de possibilidades na outra. Não use Rider, não dê férias a seus pés. Não se sente e passe a ser analista da vida alheia, espectador do mundo, comentarista do cotidiano, dessas pessoas que vivem a dizer: eu não disse!, eu sabia! Toda família tem um tio batalhador e bem de vida. E, durante o almoço de domingo, tem que agüentar aquele outro tio muito inteligente e fracassado contar tudo que ele faria, se fizesse alguma coisa. Chega dos poetas não publicados. Empresários de mesa de bar. Pessoas que fazem coisas fantásticas toda sexta de noite, todo sábado e domingo, mas que na segunda não sabem concretizar o que falam. Porque não sabem ansiar, não sabem perder a pose, porque não sabem recomeçar. Porque não sabem trabalhar. O Brasil, este país de malandros e espertos, da vantagem em tudo, tem muito que aprender com aqueles trouxas dos japoneses. Porque aqueles trouxas japoneses que trabalham de sol a sol construíram, em menos de 50 anos, a 2ª maior megapotência do planeta. Enquanto nós, os espertos, construímos uma das maiores impotências do trabalho. Trabalhe! Muitos de seus colegas dirão que você está perdendo sua vida, porque você vai trabalhar enquanto eles veraneiam. Porque você vai trabalhar, enquanto eles vão ao mesmo bar da semana anterior, conversar as mesmas conversas, mas o tempo, que é mesmo o senhor da razão, vai bendizer o fruto do seu esforço, e só o trabalho lhe leva a conhecer pessoas e mundos que os acomodados não conhecerão. E isso se chama sucesso. (*) Copydesk/fragment by EUGENIO SANTANA, escritor, jornalista e ensaísta. Autor de nove livros publicados. Contratado pela MADRAS Editora. Membro efetivo da Academia de Letras do Noroeste de Minas (ALNM) e membro Acadêmico Benemérito “Ad Honorem”, do Centro Cultural, Literário e Artístico de Portugal. Email: autoreugeniosantana9@gmail.com e WhatsApp (96) 98108-8298 - Fonte: Nizan Guanaes.

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

AINDA QUE PAREÇA UTÓPICO, É IMPRESCINDÍVEL ACREDITAR EM PAPAI-NOEL ... (*)

Os empreendedores todos acreditam em Papai Noel. São crianças grandes, que acreditam em coisas mágicas e impossíveis. Afinal, os homens sensatos se adaptam ao mundo. Os homens insensatos tentam adaptar o mundo a eles. Isso significa que todo o progresso da ciência se deve aos homens insensatos - os empreendedores. Os caras que acreditam em Papai Noel são os que mudam o mundo, constroem empresas, fazem a humanidade avançar. Marcel Herrmann Telles, da Brahma, acreditou em Papai Noel, acreditou muito. Ele sempre dizia, brincando, que um dia ia comprar a Budweiser. As pessoas normais não acreditavam nisso. Mas Marcel acreditou em Papai Noel, e o bom velhinho ouviu seus pedidos. Eu acredito em Papai Noel. E quem acredita em Papai Noel acredita em coisas que não existem. Por isso mesmo, eles fazem existir coisas que até então não existiam. Eu acredito em Papai Noel. E quem acredita em Papai Noel acredita em coisas que não existem. Por isso mesmo, eles fazem existir coisas que até então não existiam. Walt Disney acreditava em Papai Noel. Ele acreditou num rato. Você acha que um ser humano normal vai acreditar num rato? Vai fazer um império baseado em uma coisa nojenta? Isso não passa em pré-teste. Pois Disney, grande acreditador do bom velhinho, acreditou no rato e fez coisas inacreditáveis a partir do Mickey. Para mim, Papai Noel não mora no polo Norte. Mora naquele lugar da mente e da alma onde as coisas comuns, os lugares-comuns e os homens comuns não chegam. Papai Noel mora na alma de Steve Jobs, de Mark Zuckerberg, nos olhos do cara que criou o Netflix. Gênios empreendedores, eternas crianças. Que homem sério batizaria a sua empresa de “maçã”? Só um acreditador de Papai Noel. (*) Copydesk/fragment by EUGENIO SANTANA é escritor, jornalista e ensaísta. Autor de nove livros publicados. Contratado pela MADRAS Editora. Membro efetivo da Academia de Letras do Noroeste de Minas (ALNM) e membro Acadêmico Benemérito “Ad Honorem”, do Centro Cultural, Literário e Artístico de Portugal. Email: autoreugeniosantana9@gmail.com e WhatsApp (96) 98108-8298

O BRILHO DE ETERNIDADE EM NOSSO OLHAR (*)

Como é estranho que um rosto desfigurado possa atrair. Para aqueles para quem o amor é uma questão de visão, de toque, de presença, isso pode parecer loucura. Talvez eu seja louco. Mas o fato é que amo pessoas que nunca vi, pois já morreram, e pessoas que nunca vi porque não nasceram. Amo os precursores, pioneiros da Utopia, que andaram pela primeira vez pelos caminhos que hoje ando, e deixaram suas marcas indeléveis. Amo, por outro lado, aqueles para quem espero ser um precursor, e em cada gesto, podem crer, existe um pouco de amor por aqueles que virão. O que está em jogo é o sentido da vida. A vida vale a pena? Para quê? Estas são questões que todos nos colocamos. Mas as colocamos covardemente, com medo, e as sufocamos debaixo do trabalho, da conta bancária, da TV, da tecnologia que desumaniza, da religião que escraviza. Como você, todos tememos e todos nos perguntamos se vale a pena viver – num sussurro. Eu gostaria de ter me permitido ser seu companheiro na sua Dor. Talvez você tenha mergulhado no mar por não ter sido possível mergulhar no amor. A solidão, o silêncio, a palavra sem volta – e a gente olha e vê as máscaras e as pedras. Por que será necessário olhar primeiro atrás das estrelas para só depois viver a vida? É necessário não pedir da vida o que ela não pode dar. Somos amados pelo brilho de eternidade em nosso olhar. Pode ser então que, olhando dentro dos meus olhos, se possa ver um mineiro-menino brincar... Quando me perguntaram que caminho a minha sabedoria diz que devemos seguir, respondi: Não importa. Todos os caminhos conduzem ao mesmo lugar. Escolhe, portanto, o caminho do amor. Você já chegou a este mesmo lugar. Aqui fica o meu toque e, quem sabe, ele ensinará mais amor a alguém?!... (*)EUGENIO SANTANA é Jornalista, Escritor, Ensaísta, Redator publicitário, Copidesque e Revisor de textos – Autor de nove livros publicados. Email: autoreugeniosantana9@gmail.com e WhatsApp (96) 98108-8298

sábado, 25 de novembro de 2017

A VERDADE SEMPRE CURA. SÓ A ILUSÃO É DOLOROSA (*)

Tudo nos encaminha para o melhor. Não é o mundo que está ruindo, mas as ilusões. O mundo de Deus nunca é abalado, pois está assentado em sabedoria e amor, que são as únicas coisas indestrutíveis em todo o universo. Se você se sente desiludido, coragem. Desilusão significa o fim de uma ilusão. Desiludir-se é a melhor coisa que pode acontecer a qualquer um. Significa que algo falso foi desfeito e que a verdade está disponível para ser descoberta. A verdade sempre cura. Só a ilusão é dolorosa. Portanto, alegre-se, orgulhe-se, pois você teve a coragem de aprender uma lição capaz de desmoronar a ilusão e substituí-la por força e sabedoria maiores. Os sofrimentos podem ferir nossas asas, mas jamais nos impedirá de alcançar as alturas mais sublimes. (*) EUGENIO SANTANA é Jornalista, Escritor, Místico Rosacruz e pertence à Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra. Email: autoreugeniosantana9@gmail.com e WhatsApp (96) 98108-8298

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

RECRIAR A VIDA! (*)

Frustração de não ter dedicado mais tempo à família, aos filhos, aos amigos. Tempo para entretenimento, meditar, refletir, praticar esportes radicais. A vida ávida, tão breve e efêmera, foi consumida no afã de ganhar dinheiro, e não de imprimir a ela melhor qualidade. E nesse mundo de equipamentos que nos deixam conectados dia e noite somos permanentemente vampirizados; fazemos reuniões pelo celular e whatsApp até quando dirigimos carro; lidamos com o computador como se ele fosse um ímã eletrônico do qual é impossível se afastar. No mundo em que vivemos, quanta esbórnia, corrupção, nepotismo, ciência e tecnologia para fins bélicos, práticas religiosas fundamentalistas, arrogantes, violentas e extorsivas. Neste século coisificado e de valores invertidos é imprescindível recriar a vida! (*) Jornalista/escritor Eugenio Santana – MTb 0001319 JP – Email: autoreugeniosantana9@gmail.com e WhatsApp (96) 98108-8298

A CRISE ECOLÓGICA E A DEGRADAÇÃO DA NATUREZA (*)

A CRISE ECOLÓGICA E A DEGRADAÇÃO DA NATUREZA – O fim do mundo, ou o Apocalipse, sempre me pareceu algo muito longínquo. Pode parecer um contrassenso. Deus haveria de destruir sua Criação? Hoje me convenço de que Deus nem precisa mais pensar em novo dilúvio. O próprio ser humano começou a provocá-lo, através da degradação da Natureza. Os bens da Terra tornaram-se posse privada de empresas e oligopólios. A causa de 4 bilhões de seres humanos viverem abaixo da linha da pobreza, e 1,3 bilhão padecerem fome, é uma só: foram impedidos de acesso à terra, à água, a sementes, a novas técnicas de cultivo e aos sistemas de comercialização de produtos. O capitalismo, como sistema, não tem solução para a crise ecológica. (*) Jornalista/escritor Eugenio Santana – MTb/FENAJ 0001319 JP. Email: autoreugeniosantana9@gmail.com e WhatsApp (96) 98108-8298

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

CORAÇÕES PARTIDOS: COMO SUPERAR O FIM DE UMA RELAÇÃO (*)

Para curar um “coração partido”, você precisa se isolar de todas as lembranças e referências do ex-companheiro ou companheira. Para isso, evite falar ou encontrar com a pessoa que deseja “esquecer”. Sabemos que pode ser muito difícil, pois provavelmente vocês têm muitos amigos em comum, mas acredite que este é o primeiro grande passo rumo à sua "desintoxicação". Como já dizia a antiga máxima popular: “o que os olhos não vêem, o coração não sente”. Quando estamos num relacionamento por muito tempo, podemos “perder” ou “esquecer” a essência de quem somos como seres individuais para viver a vida de casal. Bem, está na hora de (re)descobrir a sua identidade! Quem você é? O que te deixa feliz, triste, irritado? Quais as suas aspirações e desejos pessoais? Se concentre em tentar se autoconhecer e invista em VOCÊ! Se inscreva na academia, mude de look, se matricule num curso que sempre sonhou em se especializar, enfim… as opções são inesgotáveis! Muitas coisas ficam por dizer no fim de um relacionamento, na maioria das vezes… Pensamentos, histórias, frases, idéias… Palavras que não foram ditas, mas que permanecem presas na sua cabeça. Liberte-as! Escrever é uma ótima alternativa para te ajudar a descarregar toda a carga emocional que dificulta a superação do fim do relacionamento. Ninguém precisa ler o que você escreve, não se preocupe. Encare isso apenas como uma terapia pessoal, ok? Foque toda a sua energia em algo que possa servir como uma “distração” para a montanha-russa de sentimentos que insistem em te tirar o sono. Seja um projeto filantrópico, um curso de culinária oriental ou aulas de salsa, não importa, contanto que você tenha rotinas diárias e objetivos para atingir. Esta também pode ser uma excelente oportunidade de pensar em dar um novo passo no seu trabalho, investindo toda a sua concentração e tempo na evolução da sua carreira. Se você tem um “pé de meia” guardado, aproveite para fazer aquela viagem que sempre sonhou! Tire um tempo para conhecer novas culturas, viver aventuras diferentes e conhecer lugares inusitados. Além de ser uma excelente oportunidade de autoconhecimento e crescimento pessoal, também conhecerá muitas pessoas interessantes pelo caminho… quem sabe até mesmo um novo amor. Remoer o passado pensando no que poderia ter feito para evitar o fim do relacionamento ou nutrir raiva e sentimento de vingança contra o/a ex não vai te ajudar a dar a volta por cima! Como eu disse antes, se concentre nas coisas que fará DAQUI PARA FRENTE! Pense no SEU futuro, afinal de contas você ainda tem uma vida inteira pela frente! E mesmo seguindo todas as minhas dicas, não esqueça: dê tempo ao tempo! Não tenha vergonha de desabafar com o melhor amigo, chorar ou passar o fim de semana vendo filmes românticos e comendo sorvete de pijamas na cama… Existe um limite daquilo que você poderá fazer para se sentir bem e o resto… Bem, o resto é com o tempo. (*) EUGENIO SANTANA é escritor, jornalista, ensaísta, relações públicas, blogueiro e redator publicitário. Autor de nove livros publicados, sendo três de autorrealização e crescimento pessoal. Email: autoreugeniosantana9@gmail.com WhatsApp (96) 98108-8298