quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

SEGREDO PARA ATINGIR PAZ E HARMONIA


O inferno só existe dentro de cada um de nós – é em que acredita o escritor e jornalista mineiro Eugenio Santana. Para mim, o sofrimento não está no que nos acontece, mas na maneira pela qual REAGIMOS aos fatos e o que FAZEMOS com nossos pensamentos.
Eugenio Santana entende que a atitude que adotamos diante da vida tem papel fundamental na nossa Felicidade. Preocupar-se apenas com o PRESENTE, procurando encarar as coisas com ALEGRIA E SERENIDADE, é o segredo para atingir a PAZ e a harmonia.
Eu revelo que o caminho da espiritualidade é, antes de tudo, uma CONQUISTA INDIVIDUAL, e ofereço – em meus livros ainda inéditos – dicas práticas para conviver com o estresse do dia-a-dia e com as dificuldades com as quais temos de lidar no trabalho e nos RELACIONAMENTOS.
Fundamentada mais na experiência direta que na crença ou na fé cegas, e mais no Amor que no medo, meus livros e meus artigos são leituras indispensáveis para quem acredita que a Felicidade está mais próxima do que se imagina.

(EUGENIO SANTANA, FRC – é escritor com obras publicadas, jornalista profissional, redator publicitário, Coordenador de RH, Gestor Comercial; copidesque, revisor de textos, Relações públicas e crítico literário.)

sábado, 18 de dezembro de 2010

OS APAIXONADOS RETORNARAM AO ÉDEN, PROVARAM DA ÁRVORE DO CONHECIMENTO E AGORA SABEM...


Estranho, sim. As pessoas ficam desconfiadas, ambíguas diante dos apaixonados. Aproximam-se deles, dizem coisas amáveis, mas guardam certa distância, não invadem o casulo imantado que envolve os amantes e que pode explodir como um campo minado, muita precaução ao pisar nesse campo. Com seu senso de organização e, contraditoriamente, sua indisciplina, os amantes são seres diferentes e o ser diferente é excluído porque vira desafio, ameaça. Se o Amor na sua entrega absoluta os faz frágeis, ao mesmo tempo os protege como uma armadura.
Os apaixonados voltaram ao Jardim do Paraíso, provaram da Árvore do Conhecimento e agora sabem...

(copy-desk by EUGENIO SANTANA, FRC – Escritor: cronista, contista, poetalado; crítico literário, Jornalista profissional, autor de livros publicados. Laureado com dezoito prêmios literários.)

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

VOCÊ ESCOLHE: POLTRONA DE AVIÃO OU CADEIRA DE DENTISTA?


Há duas poltronas que se parecem tanto que quando me sento numa imediatamente me ocorre a lembrança da outra: cadeira de dentista e poltrona de avião. Igual o constrangimento, a má vontade quando me dirijo a elas – vontade de adiar a hora. E a partida. A ânsia no peito, o frio nas mãos. No bolso, o cartão do dentista com a hora marcada. No bolso, o cartão do dentista com a hora marcada. No bolso, a passagem aérea, pessoal e intransferível. Vi certa manhã um gato com seu andar de veludo rondando a gaiola do pássaro. Com esse mesmo andar o medo se aproxima de mim, sinto seu cheiro em ambos os ambientes anti-sépticos, fechados. Cores neutras, luz fria incidindo nos metais reluzentes que lembram farmácia. Hospital. Há sempre uma música suave no rádio. O locutor de voz velada faz o anúncio no mesmo tom impessoal com que o jovem de bordo anuncia pelo microfone as condições atmosféricas em meio das recomendações de praxe.
A enfermeira tão limpa de avental branco não tem qualquer coisa de aeromoça tão gentil que oferece revistas, caramelos e protetor auricular para os tímpanos? O guardanapo é preso ao pescoço com aqueles mesmos gestos mecânicos com que a aeromoça vem nos auxiliar a fechar o cinto de segurança. “Deseja mais alguma coisa?” – pergunta ela com uma amabilidade artificial. Desejaria descer – seria a resposta exata, inequívoca. Vontade de fugir da poltrona de couro tão confortável, a almofadinha na altura da nuca, o assento anatômico, perfeito. Perfeito? Perfeição um tanto suspeita: depois de tantas inovações, por que o avião ainda cai? Por que o dentista ainda dói? Tão fundamental essa conquista da tecnologia com raízes norte-americanas, último tipo,precisão. Invulnerabilidade. A aeromoça se afasta com o sorriso igual ao da chegada. A enfermeira se afasta e as solas de seus sapatos parecem grudar no oleado do chão. O ronco do avião no ensaio da decolagem. O motor do dentista provando uma, duas vezes antes de nele ser atarraxada a agulha. A boca aberta como uma oferenda. O corpo encolhido, o peito fechado, tenso. Entrelaçadas no colo as mãos duras, viscosas. A doce musiquinha do rádio parece vir de muito longe – de que mundo? Acelera-se o motor. O corpo se agarra à cadeira, ambos integrados, formando uma peça só. Curta a respiração. Os olhos apertados. O pedal invisível é acionado e a poltrona com o corpo vai se erguendo no ar. Os motores do avião sopram com mais força, vai levantando vôo. “Senhores passageiros, por favor, desliguem celulares e computadores portáteis, por favor!”. A pata do gato alcança o pássaro...

(copy-desk by Eugenio Santana – cronista, contista, jornalista e poetalado. Autor de livros publicados.)

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

QUE DUAS SOLIDÕES PROTEJAM, TOQUEM E SAÚDEM UMA À OUTRA


O que realmente temos na promessa do amor incondicional? Ágape? Talvez o mais perturbador de todos os medos seja que meu compromisso de amor incondicional seja de certa forma uma negação ou renúncia de mimmesmo, um triste adeus à sensação de identidade pessoal. Tenho medo de ter de renunciar a meus interesses individuais e gostos pessoais. Na verdade, se esses medos se concretizassem, não poderia haver relação amorosa de nenhum tipo, porque relacionamento é sinônimo de dois. Khalil Gibran, em seu livro mais lido, “O Profeta”, diz que o amor incondicional não deve ser concebido como a transformação de duas ilhas que continuam em um continente sólido. Uma relação amorosa, sugere ele, deve ser como duas ilhas que continuam separadas e distintas, mas cujas praias são banhadas pelas mesmas águas do amor. Rainer Maria Rilke diz: “O amor consiste nisto: que duas solidões protejam, toquem e saúdem uma à outra”. Uma pessoa pode entregar sua própria identidade a outra por falta de respeito por si mesma ou por necessidade de aprovação, mas nunca é possível fazer isso em nome do verdadeiro amor.

(copy-desk by Eugenio Santana, FRC – escritor, jornalista, publicitário, crítico literário e poetalado. Autor de livros publicados.)

sábado, 11 de dezembro de 2010

CADA DIA É UMA NOVA CHANCE PARA VOCÊ TRANSFORMAR A SUA VIDA


Perceba a noite como uma borracha mágica que tem o poder de apagar todos os erros do seu dia. Pensando assim, você verá cada novo dia como uma oportunidade de recomeçar. Faça, portanto, de cada dia uma vida inteira.
Não importa quantos erros você cometeu, não interessa se você tropeçou, chorou ou quase desistiu. Assim que o sol brilha, todo o dia anterior já é um passado distante. Não permita que as sombras do "antes" escureçam o sol do presente.
O começo de cada dia deve ser entendido como um renascimento - uma espécie de ressurreição.

(copy-desk by Eugenio Santana - Escritor, Jornalista e Poetalado)

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

A MEMÓRIA DO VERBO


Vejo-te nos sonhos azuis
que dificilmente visitam minhalma
sutis nuances entre a Luz e a sombra.
Vejo-te quando abro a tela mental
e no abissal cinema de nossas duas vidas
tu te tornaste atriz principal.
A forma de agir, viver, pensar, sonhar, amar
VIDA... por que tirastes ela do meu caminho?
Vôo. Vou. Sigo em frente. Plano. Aterrisso.
Ando tão sem sono olhando pela janela noturna
na perspectiva de que tu chegues
dentro do vestido azul – esvoaçante.
A silhueta linda e inconfundível
saída das silenciosas sombras
da noite fria e misteriosa.
Acendo o incenso rosa musgosa
à tua espera amada asa do amor infindo - eterno.
Será que eu preciso de outras vidas
para reencontrar-te?

(Eugenio Santana, FRC - é Jornalista, escritor, poeta, publicitário, crítico literário. Mineiro de Paracatu, "exilado" no Rio de Janeiro.)

Rio de Janeiro (RJ), 07 de dezembro de 2010.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

FORÇA CAPAZ DE CRIAR E DESTRUIR...


Cuidado com os seus desejos, eles podem se tornar realidade. A frase esconde uma verdade que nem todos conhecem: o fato de que, mais cedo ou mais tarde, nos transformamos naquilo que pensamos. Descobertas da ciência e da psicologia modernas, em coro com as mais antigas doutrinas das grandes religiões e do ocultismo, ensinam que o pensamento humano é uma força dotada de poder criativo – e destrutivo – cujo alcance apenas começa a ser desvendado.
Um outro aspecto fundamental da ciência do poder da mente diz respeito à necessidade de que o pensamento seja não apenas positivo, mas também claro e objetivo. Carlos Castañeda, em seus livros, refere-se freqüentemente à conveniência do controle da “tagarelice mental”, o fluxo desenfreado e descontrolado de pensamentos destituídos de objetivo preciso. O pensamento é energia que não se deve jogar fora em atividades vazias, destituídas de sentidos. Desenvolver esse tipo de autocontrole constitui uma base essencial preconizada por qualquer escola séria de conhecimento, tanto psicológico quanto espiritual.
Os métodos de meditação e de concentração, por exemplo, são, todos eles, técnicas criadas para ajudar o buscador de si mesmo na difícil tarefa que é o controle do próprio fluxo mental. Pois, como dizem os iniciados, sem que o pensamento esteja ligado a um objetivo, não haverá realização inteligente. A falta de objetividade nos pensamentos é, portanto, um vício que deve ser corrigido.
Sem essa objetividade, a função mental torna-se um inútil desperdício de energia e de tempo.
Mas quando o indivíduo consegue ser senhor dos seus próprios pensamentos, já terá dado passos importantes para a criação de si mesmo como ser plenamente consciente e realizado.
Na segunda metade do século 19, o teósofo Charles Leadbeater desenvolveu a teoria das formas-pensamento, segundo a qual os pensamentos têm existência objetiva e se mantêm vivos por muito tempo após ser emitidos.

(copy-desk by Eugenio Santana, FRC – Escritor, Jornalista, Publicitário e Rosacruz. Autor de livros publicados. Sócio da União Brasileira de Escritores (UBE-GO/SC.)