terça-feira, 29 de abril de 2014

SIMBÓLICO OU DIABÓLICO?

Há muitos cativeiros a serem abertos. Há muitas prisões a serem quebradas. Preconceitos, visões apressadas, conceitos distorcidos, desumanizações em nome de Deus, cativeiros em nome do amor. Gente dominada, sem vontade própria, entregue aos poderes aos diabólicos de plantão. Mas cá estamos nós. O importante é permitir que a reflexão nos toque e nos proponha novos posicionamentos. Repensar as relações que foram marcantes em nossa vida ajuda a analisar aos caminhos que precisamos percorrer. Dos relacionamentos que você já teve, quais foram as ocasiões em que verdadeiramente você e foi modificado para melhor? Quais são as pessoas que passaram pela sua vida, que alteraram de maneira positiva? Quais são as boas saudades que elas deixaram? Quem foram as pessoas que mais favoreceram seu crescimento afetivo, proporcionando-lhe uma relação em que pudesse entrar em contato com seus defeitos, qualidades, e, conseqüentemente, ao ajudaria no processo de tornar-se pessoa? Onde é que você pode identificar, nas páginas de sua história, os acontecimentos em que sua liberdade foi promovida por alguém? O contrário também precisa ser perguntado. Quais foram as pessoas que mais deixaram marcas negativas dentro de você? Quais são as piores lembranças que estão registradas em sua memória afetiva? Quantas e quais pessoas desempenharam em sua vida o papel de seqüestradores, mantendo-o nos territórios minguados de um amor possessivo, desumanizador? Será que você já foi capaz de pagar o resgate de alguém? Com sua palavra, com sua atitude, com o seu jeito de viver? Será que já idealizou demais as situações e as pessoas certas? Se hoje você tivesse que classificar sua postura ano mundo, você se definiria como uma pessoa simbólica ou diabólica? Sejam quais forem as respostas, não tenha medo delas. Mais vale uma verdade amarga que tenha o poder de nos fazer crescer do que uma mentira a adocicada que nos mantenha acorrentados no cativeiro da ignorância. Hoje é dia de resgate. A porta já foi aberta. É hora de sair. (*) Copydesk/fragment by EUGENIO SANTANA, da Academia de Letras do Noroeste de Minas, escritor, jornalista, publicitário, relações públicas, copydesk, verse maker; self-made man. Sócio da UBE-GO/SC – União Brasileira de Escritores e autor de cinco livros publicados, entre os quais “INFINITOEFÊMERO”, de autoconhecimento, autoajuda e técnicas motivacionais. Ex-Revisor de textos jornalísticos do “Diário da Manhã” e Ex-Superintendente de Imprensa no Rio de Janeiro, RJ (2009/11). Autor do livro biográfico de João de Deus, o médium de Abadiânia. É fundador e Gestor de Conhecimento da Terceira Margem Editora. Imêio: eugeniosantana9@uol.com.br Cel. (34) 9256-7754

sábado, 12 de abril de 2014

NÃO CHORE PORQUE ACABOU (*)

Nunca deixe que pessoas pequenas o convençam de que seus sonhos são muito grandes. Um exemplo: a implantação do “Santuário dos Pássaros”, no Brasil Central. É fundamental lembrar que cada um conhece o caminho para a própria felicidade, pois ela é única e exclusiva. E que você sempre “ganha” com tudo que acontece de bom ou nem tanto assim, tropeçando e pisando firme, caindo e se levantando ainda mais forte. Voando com as Asas da Fênix... Tem gente que passa a vida tentando evitar a dor, aí não vive intensamente. Ter perdas e frustrações é uma coisa extremamente democrática: não poupa ninguém mesmo, não há um único ser humano que possa se dizer livre da dor de algo importante que terminou. Quando você tem uma perda, é preciso aceitar e chorar a sua tristeza, mas depois levantar os olhos e ver que ainda existem muitas aventuras para viver e ser feliz, e comemorar essas oportunidades. Gosto muito de uma frase que diz tudo sobre mudanças na nossa vida: “Não chore porque acabou, sorria porque aconteceu”. Mesmo que eu soubesse que o planeta-escola – a Terra – vai acabar amanhã, ainda assim eu continuaria a espalhar hoje – aqui e agora – a minha mensagem. Afinal, eu não sou o mensageiro – eu sou a MENSAGEM. Comemore tudo o que você vivenciou e prepare as malas e bagagens para uma nova Viagem. Acredite. Tenha Fé. O Infinito está ancorado em seu coração.
(*) Copydesk/Fragment by EUGENIO SANTANA, membro efetivo da Academia de Letras do Noroeste de Minas, escritor, jornalista, assessor de comunicação, relações públicas, copydesk, verse maker e self-made man. Sócio da UBE-GO/SC – União Brasileira de Escritores e autor de cinco livros publicados, entre os quais “INFINITOEFÊMERO”, de autoconhecimento, autorrealização e toques motivacionais. Ex-Superintendente de Imprensa no Rio de Janeiro, RJ (2009/11). Contato: e-mail: eugeniosantana9@uol.com.br (34) 9256-7754

segunda-feira, 7 de abril de 2014

SIMPLIFIQUE SUAS RELAÇÕES AMOROSAS (*)

Amar não é fácil, mas é simples, sim. Tão simples quanto pegar um filhotinho no colo, dar um abraço demorado e abrir aquele sorriso gostoso. Isso é complicado? Não! Então, por que abraços, sorrisos e até o querer bem andam diminuindo, enquanto as brigas têm sido constantes, as mágoas seguem se acumulando, vocês vivem irritados e costumam trocar muito mais tapas que beijos? É que por hábito, por carência, baixa autoestima, vingancinha, egoísmo, estresse ou simplesmente porque não refletimos nestes momentos sobre o que estamos fazendo é desamar. Agredindo, fechando a cara, gritando, anulando-se, desrespeitando, nos entristecendo. por hábito, por frustração ou cansaço, botamos a culpa no amor, acreditando que ele causa esse estrago todo na vida da gente, amargando até o oxigênio. Erguemos a bandeirinha do forever alone e vamos fazer o Caminho de Santiago - sozinhos. - Ah, mas é que ele... - Ah, mas é que ela... Não, não. São os dois, viu? Não tem santo, santa, bom moço e boa moça nessa história - ouviram, mamães e sogras? Então, abaixem as armas porque estamos todos errados. A única coisa certa a se fazer nessa hora é per-ce-ber. Então, perceba: pare tudo um pouco -até esta leitura- e repasse mentalmente, como num filme, um dia clássico com a pessoa que você ama. Veja as cenas em detalhes, seja um espectador imparcial, justo, e depois responda: - Vocês têm atitudes amorosas um com o outro? Quais? - O outro se sente amado por você? Como você sabe? - Você se sente amado(a) pela pessoa? Em que momento desse filme é possível perceber isso? - O que você sente ao ver esse filme? - O que você sente ao se ver dentro desse relacionamento? - O que será que a outra pessoa sente? Sim, ser feliz no amor é muito simples, mas não é fácil. O cotidiano vai pesando, a cabeça gira com contas, filhos, chefe sem noção, casa, trânsito, atraso, aquele esquecimento que não podia ter acontecido, a chuva, o note book que pifou, a falta de educação... Como se não fosse o suficiente ter que se desdobrar pra dar conta dessas coisas, tratamos de acrescentar outras por nós mesmos, sem perceber que estamos pisoteando a sensação mais preciosa que devíamos preservar dentro da gente e sem o qual ninguém ama ninguém: o bem-estar. Começamos a reclamar, cobrar e atormentar a pessoa que nosso coração escolheu. Estamos o tempo todo tentando consertá-la como se fosse um calhambeque pifado. Nem lembramos que em vez de mandar podemos pedir. Em vez de reclamar podemos comunicar nossas necessidades de maneira amorosa, levando em conta que o seu parceiro ou parceira é uma pessoa igualzinha a você - não virou uma máquina que desemperra com um gesto agressivo. E, como pessoa igualzinha a você, ela comete atos falhos: esquece, cansa, tem fraquezas, não sabe tudo, nem sempre está disposta... Mas precisa ser amada, respeitada e bem tratada. Também exatamente como você. Reveja o filme mais uma vez. Faça um pequeno esforço e seja realmente imparcial. Então, por amor a você mesmo, seja o diretor, a diretora do filme, e sinta-se livre pra editar as cenas que dependem de você. Só assim “o filme de suas vidas” terá um final feliz!
(*) Copydesk/Fragment by EUGENIO SANTANA, membro efetivo da Academia de Letras do Noroeste de Minas, escritor, jornalista, assessor de comunicação, relações públicas, copydesk, verse maker e self-made man. Sócio da UBE-GO/SC – União Brasileira de Escritores e autor de cinco livros publicados, entre os quais “INFINITOEFÊMERO”, de autoconhecimento, autorrealização e toques motivacionais. Ex-Superintendente de Imprensa no Rio de Janeiro, RJ (2009/11). Contato: e-mail: eugeniosantana9@uol.com.br (34) 9256-7754